Hulk
pede cuidado para a seleção contra o Japão
Os quatro anos no Oriente fazem de Hulk um
conhecedor íntimo do adversário deste sábado
Homem de confiança de Luiz Felipe Scolari, mas ainda
visto sob desconfiança pela torcida, Hulk tinha motivos para comemorar após a
vitória de 3 a 0 do Brasil sobre a França, domingo, em Porto Alegre. Depois de
ter seu nome vaiado no anúncio da escalação, o atacante viu sua boa atuação,
principalmente no primeiro tempo, reconhecida e deixou o campo aplaudido.
— Acho que a torcida apoiou a seleção toda. Eles apoiam do
lado de fora e a gente corre lá dentro. Todos estiveram muito bem na partida —
disse o atacante do Zenit, da Rússia, mas que tem proposta para se transferir
para o Chelsea, da Inglaterra.
Revelado pelo Vitória, da Bahia, o paraibano Hulk começou a
surgir para o futebol no Japão, onde atuou de 2005 a 2008,
passando por Kawasaki Frontale, Consadole Sapporo e Tokyo Verdy antes de ser
vendido para o Porto, de Portugal. Os quatro anos no Oriente fazem de Hulk um
conhecedor íntimo do adversário deste sábado, na estreia da seleção brasileira
na Copa das Confederações, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Se Itália e
México são, na teoria, os oponentes mais complicados, o atacante avisa que o
Japão pode causar problemas.
— Conheço muitos jogadores.
Já joguei com alguns e joguei contra vários. Sei da qualidade deles. Não
podemos facilitar, senão eles aproveitam. Vai ser um jogo muito difícil, eles
vão estar fechadinhos. Temos que ter cuidado.
Apesar do alerta, Hulk diz que a seleção brasileira tem que
partir para cima em busca da vitória, ainda mais em uma competição de tiro
curto.
— A gente costuma dizer que um jogo da seleção nunca é amistoso,
mas agora no sábado começa para valer. É importante começar bem, logo com os
três pontos.
Wscom
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